COMUNICACIÓN TÁCTIL MEDIANTE LENGUAJE DE SEÑAS PARA NIÑOS SORDOCIEGOS DE NACIMIENTO: OBJETOS DE REFERENCIA PARA UNA VISITA AL ZOOLÓGICO.
OBJETOS DE REFERÊNCIA PARA PASSEIO NO ZOOLÓGICO
DOI:
https://doi.org/10.22533/Palabras clave:
Sordoceguera congénita; Libras táctil; Objetos de referencia; Comunicación; Mediación pedagógica.Resumen
La comunicación de niños con sordoceguera congénita constituye uno de los principales desafíos para el desarrollo del lenguaje, ya que la ausencia o limitación de los canales visuales y auditivos exige estrategias de mediación acordes con sus necesidades comunicativas específicas. En este contexto, los objetos de referencia y la Libras táctil se presentan como recursos capaces de favorecer la construcción de significados y ampliar las posibilidades de interacción con el entorno. Este estudio se caracteriza como un ensayo teórico basado en el análisis de la literatura científica sobre sordoceguera, Libras táctil, objetos de referencia y mediación pedagógica. Como resultado de esta reflexión teórica, presenta un tablero táctil elaborado para una visita al zoológico, concebido como una propuesta pedagógica destinada a materializar la articulación de estos recursos comunicativos. La discusión evidencia que el uso intencional de los objetos de referencia, asociado a la Libras táctil, al Braille y al portugués escrito, favorece la anticipación de experiencias, la organización de la comunicación y la construcción de significados en niños con sordoceguera congénita. Se concluye que el tablero táctil amplía las posibilidades de comunicación.
Descargas
Referencias
ALMEIDA, W. G. A educação de surdocegos: novos olhares sobre a diferença. In: ALMEIDA, W.G. (org.). Educação de surdos: formação, estratégias e prática docente [online]. Ilhéus/BA: Editus, 2015. Disponível em: https://books.scielo.org/id/m6fcj/pdf/almeida-9788574554457-09.pdf. Acesso em: 12 dez. 2025.
BAKHTIN, M. V. Marxismo e filosofia da linguagem: problemas fundamentais do método sociológico na ciência da linguagem. 13. ed. São Paulo: Hucitec, 2006.
BRASIL. Decreto nº 5.626, de 22 de dezembro de 2005. Regulamenta a Lei nº 10.436, de 24 de abril de 2002, que dispõe sobre a Língua Brasileira de Sinais – Libras. Diário Oficial da União, Poder Executivo, Brasília, DF, 23 dez. 2005, Seção 1, p. 28.
BRASIL. Lei nº 10.436, de 24 de abril de 2002. Dispõe sobre a Língua Brasileira de Sinais – Libras e dá outras providências. Diário Oficial da União, Poder Executivo, Brasília, DF, 25 abr. 2002, Seção 1, p. 23.
BRASIL. Lei nº 14.605, de 12 de novembro de 2023. Institui o Dia Nacional da Pessoa com Surdocegueira. Diário Oficial da União, Brasília, DF, 13 nov. 2023, Seção 1, p. 9.
CAMBRUZZI, R de C. S.; COSTA, M. da P. R. da C. Surdocegueira: níveis e formas de comunicação. São Carlos/SP: EdUFSCar, 2016.
GESSER, A. Libras? Que língua é essa? Crenças e preconceitos em torno da língua de sinais e da realidade surda. São Paulo: Parábola Editorial, 2009.
GIL, A. C. Métodos e técnicas de pesquisa social. 6. ed. São Paulo: Atlas, 2008.
HART, P. Beyond the common touch point: communication journeys with congenitally deaf-blind people. Oslo: Skådalen Resource Centre, 2010.
KELLER, H. A história da minha vida. São Paulo: Martins Fontes, 1994.
LAGATI, S. Deaf-Blind or Deafblind International Perspectives on Terminology. Tradução de Laura L. M. Anccilotto. São Paulo: Projeto Ahimsa/Hilton Perkins, 1995.
LUPETINA, S. Histórias de vida de indivíduos com surdocegueira adquirida. Curitiba: Appris, 2020.
MAIA, S. R. A educação do surdocego – Diretrizes básicas para pessoas não especializadas. 2004. Dissertação (Mestrado em Distúrbios do Desenvolvimento) – Universidade Presbiteriana Mackenzie, 2004.
MILES, B. Talking the language of the hands to the hands: the importance of hands for the person who is deafblind. Monmouth: DB-LINK, 2005.
MILES, B. Remarkable conversations: a guide to developing meaningful communication with children and young adults who are deafblind. Watertown: Perkins School for the Blind, 1999.
MOREIRA, F. D. S. M. Educação inclusiva e comunicação de alunos com deficiência visual. São Paulo: [s.n.], 2025.
MOREIRA, F. D. S. M.; WALTER, C. C. F. Objetos de referência para crianças com deficiência múltipla sensorial visual. Curitiba: CRV, 2024.
MOREIRA, F. D. S. M. Voz por meio do toque: comunicação por meio da percepção háptica. Revista Linguística, Rio de Janeiro, v. 21, n. 1, p. 157-172, jan./abr. 2025.
NICHOLAS, J. G. The impact of congenital deafblindness on the struggle to symbolism. 2010. Disponível em: https://www.researchgate.net/publication/240532272_The_Impact_of_Congenital_Deafblindness_on_the_Struggle_to_Symbolism. Acesso em: 25 mar. 2026.
OCKELFORD, A. Objects of reference: promoting communication in children with severe learning difficulties. London/UK: David Fulton Publishers, 1993.
PIAGET, J. A psicologia da criança. Rio de Janeiro: Bertrand Brasil, 2003.
QUADROS, R. M. de. Educação de surdos: a aquisição da linguagem. Porto Alegre: Artmed, 2006.
QUADROS, R. M. de; KARNOPP, L. B. Língua de sinais brasileira: estudos linguísticos. Porto Alegre: Artmed, 2004.
VYGOTSKY, L. S. A formação social da mente: o desenvolvimento dos processos psicológicos superiores. 7. ed. São Paulo: Martins Fontes, 2007.
VILELA, E. G. Educação de surdocegos: perspectivas e memórias. Curitiba: Appris, 2020. (Psicopedagogia, educação especial e inclusão).
Descargas
Publicado
Número
Sección
Licencia
Derechos de autor 2026 Open Minds International Journal

Esta obra está bajo una licencia internacional Creative Commons Atribución-NoComercial-SinDerivadas 4.0.
Los autores declaran que cualquier trabajo presentado, si se acepta, no se publicará en otro lugar, en inglés o en cualquier otro idioma, e incluso electrónicamente, a menos que mencione expresamente que el trabajo se publicó originalmente en la revista.










