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ALGORITMIZACIÓN DE LA SOCIEDAD Y EL SENTIDO DE LA VIDA

Autores/as

DOI:

https://doi.org/10.22533/omij.v7i1.464

Palabras clave:

Algoritmización de la sociedad; Logoterapia y Análisis Existencial; Sentido de la Vida.

Resumen

Este artículo problematiza la algoritmización de la vida en la sociedad contemporánea, entendiéndola como una racionalidad estructurante del capitalismo digital que reorganiza las prácticas sociales, las formas de poder y los modos de subjetivación. A través del diálogo con autores como Antoinette Rouvroy, Thomas Berns y Byung-Chul Han, analiza, desde la gobernanza algorítmica y la psicopolítica, cómo los dispositivos digitales modulan comportamientos, producen subjetividades y orientan la experiencia humana hacia la lógica de la visibilidad y el rendimiento. En contraste, recurre a la logoterapia y al análisis existencial de Viktor Frankl para problematizar los efectos de esta racionalidad en el vacío existencial y el sentido de la vida. Argumenta que la tecnología en sí misma no constituye el núcleo del problema, sino las formas de responder a él. Concluye que el redescubrimiento de la conciencia, la responsabilidad y la autotrascendencia es una condición esencial para que la vida en una sociedad algorítmica se configure como un campo de construcción de significado, y no de profundización del vacío existencial.

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Biografía del autor/a

  • Joselito Santos

     Doutorado em Ciências Sociais (UFRN). Docente da UNIFIP.

  • Luciano Frontino de Medeiros, Uninter

    Doutor em Engenharia e Gestão do Conhecimento (UFSC). Professor permanente do PPGENT - UNINTER e líder do Grupo de Pesquisa em Inteligência Artificial Aplicada à Educação (GIAAE). 

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Publicado

2026-04-17

Versiones

Número

Sección

Artículos de flujo continuo

Cómo citar

ALGORITMIZACIÓN DE LA SOCIEDAD Y EL SENTIDO DE LA VIDA. (2026). Open Minds International Journal, 7(1), DS18. https://doi.org/10.22533/omij.v7i1.464

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